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sábado, 23 de janeiro de 2010

Honda passa a limpo o Civic 2010


Atualização tecnológica, de conforto, nova versão e, ao final, redução de consumo são as novidades do Honda Civic 2010.



O ganho está na substituição por motor elétrico, da bomba hidráulica auxiliar do sistema de direção, acionada pelo motor principal. Nada inovador: há anos em Fiat e Citroën, principal vantagem é não consumir força do motor. Na prática, um pouco mais de disposição e um pouco menos de consumo.

Refinamento operacional pela mudança do compressor e condensador do ar condicionado, para idênticos resultados, e acerto no gestor eletrônico, popular e nacionalmente batizado com nome Fiat (centralina), compõe a troca de marchas na transmissão hidráulica e afinar a marcha lenta do motor.

Como atualização de confortos, retrovisores externos embutem os piscas laterais e são dobráveis – omissão inexplicável em veículos com este propósito, preço e demanda dos clientes - e o porta-malas aberto com chave.

A nova versão LXL – digamos Luxo Light - é intermediária, acima da básica LXS – Luxo Simples - e abaixo da EXS, porta itens atrativos, opção em couro no revestimento das portas, rodas leves aro 16”; caixa mecânica com cinco marchas ou hidráulica com comando por borboletas no volante.

Bom pacote de segurança: freios a disco nas quatro rodas; ABS e seu gerente EBD; duas almofadas de ar na dianteira; apoio de cabeça e cintos de segurança com ancoragem em três pontos para todos os cinco usuários.

Correndo atrás

A enzima para as mudanças não está na demanda dos consumidores – desconhecedores de coisas simplórias como adequação entre motor e transmissão, faixa de torque e sua ocorrência maior, número de marchas, enfim, os definidores de comportamento e boas sensações ao uso de um veículo. A instigação está nos mapas de vendas, na liderança do Toyota Corolla. Inexplicável a alguns no comparativo de estilo – apenas mais um no universo despersonalizado de formas, e na descombinação entre corpo e dianteira, ao contrário do futurístico, contestado, porém inequivocamente individualizado Honda Civic.

Daí as mudanças, compatibilizando custos e propósitos, não corrigiram sua principal deficiência, as primárias dobradiças no porta-malas, usurpadoras de espaço útil, redutoras de capacidade, agressoras das malas e volumes ali contidos.

Motor inalterado: dianteiro, transversal, bloco em ferro, quatro cilindros, 16 válvulas. 1.800 cm³ de cilindrada, 140 cv a 6.200 rpm com álcool e 138 cv com gasolina. Torque de 17,7 kgm ou 17,5 kgm a inadequadas 5.000 rpm.

Permanece a versão Si, elite na marca brasileira, motor 2-litros, bloco em alumínio, dotes esportivos: 192 cv a 7.800 rpm, torque de 19,2 kgfm a 6.100 rpm, transmissão mecânica de seis velocidades.

Quanto custam

A curiosa apresentação em janeiro, mês de baixa comercialização, esperou a baixa de estoques da versão anterior, forma de passar as últimas unidades sem liquidações predadoras em lucros e à imagem da marca. Na beirada do balcão de negócios, as pequenas adições significaram salto de quase R$ 10 mil.

Preços se abrem em R$ 65.745 para a versão mais simples, LXS transmissão mecânica; passa ‘a nova LXL a R$ 66.405;pela EXS com revestimento em couro e transmissão automática a inexplicáveis R$ 85.610, e a diferenciada Si, obviamente disponível apenas em transmissão manual, a R$ 103,65 mil.

Os R$ 650 de diferença entre a básica LXL e a LXS não sugerem vida longa.


Texto:
Roberto Nasser


















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Fonte: www.webmotors.com.br

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

I30 Versátil e moderno, o carro ideal pra você!

Segundo a propaganda veiculada pelo grupo Caoa, o Hyundai i30 é um modelo equivalente ao BMW Série 1, com a mecânica Mercedes-Benz e com o mesmo acabaacabamento dos luxuosos ingleses. Você acredita?...


i30










O carro tem um desenho elaborado pelos estúdios da marca coreana na Alemanha, o mesmo motor 2-litros do utilitário Tucson e um acabamento espartano, com um generoso espaço interno, o hatchback I30 é versátil e possui um visual totalmente moderno, com detalhes em curvas e ítens que chamam a atenção de todos ao seu redor. Por fora um veículo moderno e arrojado, por dentro todo o conforto que você necessita.





Teste rápido com o Hyundai i30 na pista de testes









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Destaques

Destaques O I30 conta com vidros elétricos nas quatro portas, computador de bordo, relógio digital, alarme anti-furto, piloto automático, consoles central e de teto para objetos, teto-solar, entre outros.


Destaques Sinta-se bem no seu interior com bancos de couro (com regulagem de altura e lombar para o assento do condutor), sistema de áudio com rádio AM/FM com capacidade para 6 cd's, além de mp3, usb, dispositivo para IPod e entrada auxiliar, e tendo controle direto no volante.


Destaques Air bag frontal, lateral e cortina para garantir a segurança dos passageiros, além de barra de proteção, célula de sobrevivência, e cintos de segurança com regulagem de altura, com pré-tensionadores e limitador de força.

Especificações


MOTOR

2.0 litros a gasolina, 4 cilindros, DOHC, 16 válvulas com CVVT (Comando de Válvulas Variável), 145 cv @ 6.000 rpm, cabeçotes em alumínio e sistema de injeção MPI.

NÚMERO DE OCUPANTES

5 pessoas.

TRANSMISSÃO

Automática de 4 velocidades.

TRAÇÃO

Nas duas rodas dianteiras.

SUSPENSÃO

Dianteira independente tipo Macpherson, e traseira independente tipo Multi-Link com barra estabilizadora, amortecedores pressurizados a gás dupla.

RODAS E PNEUS

7,0 J x 17´´, em liga leve, 225/45 R17.

DIMENSÕES

Comprimento - 4.245mmLargura - 1.775mmAltura - 1.480mmEntre eixos - 2.650m

ITENS DE SEGURANÇA FREIOS

Freios a disco nas 4 rodas, com ESP (programa eletrônico de estabilidade) e TCS que controla os sistemas de freios ABS, EBD (distribuidor de força eletrônico entre traseira e dianteira).

EXTERNO

Faróis hi-tech com detalhe azul, faróis de neblina, pára-choques e maçanetas das portas na cor da carroçeria, antena aerodinâmica, e brake light incorporado ao aerofólio traseiro.

ITENS DE CONFORTO E CONVENIÊNCIA INTERIOR

Duplo airbag frontal, airbags laterais nos bancos dianteiros (se equipado), airbags de cortina (se equipado), console central no painel e volante com acabamento metalizado, teto solar elétrico com cortina e antiesmagamento, coluna de direção retrátil, cintos dianteiros com pré-tensionadores, luzes de advertência para cintos desatados, porta-luvas refrigerado, apoios de cabeça dianteiros ativos e traseiros com regulagem de altura.

SOM

Radio AM/FM, integrado com leitor de CD e MP3

AR CONDICIONADO

Eletrônico


















Rua Dona Maria Rosa, 265, Loja 03, Andorinhas, (Posto Arara Azul) Vitória-ES - (27) 3324-4333
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Dia Nacional do Fusca




No dia 20 de janeiro se comemora o Dia Nacional do Fusca.



No Brasil, ele chegou no final dos anos 50, quase vinte anos depois de ter sido fabricado o primeiro modelo na Alemanha, em 1935.

Hoje, ele está presente no mundo todo, em mais de 150 países. De quem estamos falando? Do fusca - um carro com mais de 50 anos de vida, que tem data nacional e mundial (22 de junho) para ser comemorado.




Uma paixão de décadas

Fusca

Em 1953, o primeiro fusca motor 1200 cm3, genuinamente brasileiro, era montado num galpão alugado em São Paulo. Quatro anos depois, a indústria automobilística alemã, Volkswagen, que fabrica o carro, montava a primeira fábrica no Brasil, num espaço de 10 mil metros quadrados.

Até 1957, mais de 2 mil fuscas novinhos em folha saíram da linha de montagem. No começo, o modelo era importado da Alemanha para ser montado aqui. Depois, passou a ser fabricado na filial brasileira da indústria alemã.

Nos anos 60, o Fusca já era líder no mercado brasileiro, com mais de 30 mil unidades vendidas em 1962. Em 4 de julho de 1967, a Wolkswagen atinge a marca de meio milhão de fuscas vendidos no Brasil.

As vendas continuam cada vez melhores no início da década de 70. Em 1973, mais de 220 mil fuscas - 40% das vendas totais de carros no país - foram vendidos. O modelo Fusca Sedan ("fuscão"), luxuoso e equipado com cinto de segurança, surge nessa época.

Um ano depois é lançado o Super-fuscão, com motor de 1.600 cilindradas. E em 1979, o desenho original sofre mais uma das 2.500 modificações, com a introdução de lanternas traseiras maiores que a anterior. Logo ganhariam o apelido de "Fafá", em referência à cantora Fafá de Belém.

A decáda de 80 marca o fim da carreira do Fusca no Brasil. Em 1986, a Wolkswagen anunciou que o modelo seria descontinuado por ser um carro que exigia uma produção manual e não permitia o desenvolvimento de modelos derivados - característica dos carros modernos.

Com a chegada do Gol, Saveiro, Parati e Voyage, observa-se uma queda brusca de vendas, o que determinaria de vez o fim da fabricação daquele que já foi o carro mais vendido do país.

Mas nos anos 90, exatamente em 1993, ele ressurge a pedido do então presidente da república, Itamar Franco, que pretendia oferecer uma alternativa popular de carro. Foram 8 meses de preparativos e ajustes e um investimento de US$ 30 milhões para recolocar o fusca no mercado brasileiro.

As inovações foram muitas: vidros laminados, catalisador, barras estabilizadoras na traseira e na frente, pneus radiais, freio dianteiro a disco e cintos de segurança de três pontos. No entanto, em 1997, ele é retirado de linha novamente.

Um ano depois, é apresentado oficialmente no Salão do Automóvel de Detroit (EUA) numa versão dirigida aos norte-americanos. No Brasil, chegaria com o nome de "New Beetle" (novo besouro). Do antigo fusca, apenas as linhas arredondadas. A parte mecânica foi reformulada e o modelo também ganhou motor 2.0 de 116 cavalos e freios a disco nas 4 rodas.

Você Sabia?

O fusca, diferentemente dos outros carros, tem a carroceria aparafusada e não soldada, o que facilita os reparos

Foi o holândes Bem Pon o responsável pela exportação dos primeiros fuscas ao mercado norte-americano. Logo depois, ele desistiu devido ao grande ceticismo demonstrado pelo público americano. Anos mais tarde o fusca era uma coqueluche nos Estados Unidos. As vendas deslancharam a partir de 1955 e até 1965 2 milhões de unidades já haviam sido vendidas, além de uma lista de espera de 9 meses pelo carro.

O fusca era muito ridicularizado no início de suas importações para os Estados Unidos e sofria várias brincadeiras freqüentes como a que consistia em abrir o capô e perguntar pelo motor. Depois, ir até a parte de trás e falar: "colocaram o motor na mala"

O fusca é o carro mais vendido em todos os tempos, com mais de 21 milhões de carros vendidos

Já foram produzidos mais de 21 milhões de Fuscas no mundo desde 1938

O Encontro Nacional do Fusca de 1995 está registrado na edição nacional do Guinness Book (o "Livro dos Recordes") com a marca de 2.728 carros reunidos no Autódromo de Interlagos, em São Paulo

Bananinha é o apelido que foi dado ao componente eletromecânico que existia nas colunas dos Fuscas fabricados até 1959, em lugar da tradicional "luz de seta" das lanternas

No Brasil, foram fabricados mais de 3,3 milhões de Fuscas entre 1959 e 1996

Fonte: IBGE


Com 70 anos de idade, este “vovô” é um dos carros mais queridos da história do automobilismo. Se vovô Fusca falasse, por certo não deixaria de contar que foi o único automóvel a voltar para a linha de produção por um pedido de um Presidente da República, no caso, Itamar Franco, em 1993.

Fusca

O projeto do Fusca foi um pedido de Adolf Hitler ao projetista Ferdinand Porsche, ainda antes da guerra. O ditador alemão queria um carro que fosse prático, de fácil manutenção e que durasse bastante.

Em 1935, o carro é lançado oficialmente com o nome de “Volkswagen”, que em alemão significa "carro do Povo". Equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts e câmbio seco de quatro marchas, o Fusca foi uma revolução para uma época em que os automóveis não possuiam mais do que três marchas.

Fusca

No Brasil o primeiro Volkswagen foi fabricado em janeiro de 1959, mas desde 1950 os “besouros” já passeavam pelas ruas do país. Por uma corruptela do nome, acabou sendo chamado de Fusca e assim ficou conhecido. Desde então foram vendidos no Brasil mais de 3.350.000 “fucas”, outra versão do apelido.

A Volkswagen (este passou a ser o nome da empresa) deixou de fabricar o Fusca no Brasil em 1986. Mas no ano de 1993, o então presidente Itamar Franco, com a idéia de lançar um carro popular, incentivou o relançamento do Fusca. Foram vendidas mais de 40 mil unidades até julho de 1996, quando saiu novamente de produção.

A última montadora Volkswagen a produzir o Fusca encerrou suas atividades no México, em 30 de junho de 2003, totalizando 21.529.464 fabricados no mundo.

O New Beetle, montado sob a plataforma do VW Golf, foi a alternativa que a Volkswagen encontrou para oferecer uma versão do fusca que pudesse contemplar todos os avanços tecnológicos da indústria automobilística. O New Beetle segue as linhas arredondadas do velho Fusca, mas as semelhanças param por aí. Diante de tanta sofisticação para alcançar uma boa posição de mercado, venceu a corrida da modernidade mas deixou para trás o título de “carro do povo”.


Se os velhos fuscas falassem...


Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

















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domingo, 6 de dezembro de 2009

Ritmo acelerado nas montadoras gera protesto de trabalhadores


Montadoras de veículos começam a enfrentar obstáculos para manter o ritmo acelerado de produção neste fim de ano. Muitas empresas suspenderam as tradicionais férias coletivas, medida que gerou protestos de prestadores de serviços na fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP). Já a Fiat, criticada por excesso de uso de horas extras, pode anunciar hoje a contratação de pessoal para aliviar a carga de trabalho dos funcionários da fábrica de Betim (MG).

No mesmo dia em que a unidade da Volkswagen de Taubaté comemorou a marca de 5 milhões de carros produzidos, cerca de 50 motoristas dos ônibus da empresa Tursan, que atendem montadora, fizeram ontem uma manifestação na porta da fábrica, atrasando em uma hora a entrada de mais de 2,5 mil operários da empresa.

O protesto provocou uma fila de mais de dois quilômetros de veículos entre o distrito do Quiririm até a porta da Volks. Segundo o presidente do Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba, José Carlos de Souza, os motoristas reclamam da falta de cumprimento de acordos trabalhistas e querem contrapartidas para cumprirem jornadas extras no fim do ano, como abono e cestas de Natal.

Na semana passada, a direção da Fiat foi chamada pelo Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais por causa de reclamações de jornada excessiva de trabalho. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, os operários trabalham até oito horas semanais além do normal.

Hoje, a Fiat se reunirá com a entidade para negociar admissões, definição de horas extras e as férias coletivas deste fim de ano. No início da semana, o presidente da Fiat, Cledorvino Belini, afirmou que a convocação de horas extras segue as normas trabalhistas.

“Me dá a impressão de que querem que a gente mande a produção para fora do Brasil”, lamentou Belini. A fábrica de Betim opera com 100% de capacidade (cerca de 3 mil veículos por dia) e uma das alternativas para ampliar a produção do grupo é utilizar mais a fábrica da Argentina, onde é feito o modelo Siena, entre outros.

A Fiat também definirá hoje o período de férias coletivas, que deve ser bem inferior ao do ano passado, quando todas as montadoras dispensaram os funcionários por longos períodos por causa da queda de vendas provocada pela crise financeira internacional.

Ford e General Motors já anunciaram que em algumas fábricas só serão dadas as folgas de Natal e Ano Novo, sem interrupção da produção para férias coletivas. Nas unidades da Volkswagen, os funcionários ficarão em casa no máximo por duas semanas, mas a folga já foi compensada com jornadas extras durante ano.



Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo
















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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior



Fotos: Divulgação




Apesar de mais moderno, modelo não esconde defasagem do mercado nacional em relação à Europa


Qual é a receita para criar um modelo longevo como a Volkswagen Kombi? Se sua resposta é falta de concorrência, acertou em cheio. Não se pode comparar o Fiat Doblò à veterana alemã em termos de atualidade e segurança, mas, se a Renault não se animar a trazer ao Brasil o novo Kangoo, por exemplo, o multivan da Fiat, que é líder absoluto vendas de seu segmento, é sério candidato ao mesmo nível de estagnação. Menos mal é que a marca italiana não aumentou os preços da nova versão do carro, que já existia na Europa desde 2006. E deve sair de linha em breve, por lá.

A Fiat revelou esta semana a segunda geração do Doblò na Europa. Ela se destaca por ser ainda mais espaçosa do que o modelo que é e será vendido no Brasil. O entre-eixos é de 2,76 m e o bagageiro comporta 790 l de carga, segundo o padrão de medição europeu. Questionada por que não vende por aqui o mesmo modelo, a empresa destacou que o perfil do carro, no Brasil, é muito diferente do que ele ocupa no Velho Continente.

Segundo Carlos Eugênio Dutra, diretor de produto da Fiat, na Europa o Doblò é mais voltado ao transporte de cargas, com 70% de seu mix de vendas ocupado pelas versões Cargo, enquanto no Brasil o carro-chefe é o modelo Adventure, com 55% das vendas totais do veículo. Como o desenvolvimento dessa versão toma bastante tempo, essa seria uma justificativa para não fabricar a nova geração do multivan por aqui. Mas não a única. O baixo nível de competitividade também ajuda a explicar, se é que não explica tudo e pronto.

Prova disso é que o Doblò até tem uma versão mais em conta, agora, a 1.4, que custa R$ 48,95 mil e é equipada com motor de 1,4-litro, 85 cv a 5.750 rpm e 122 Nm a 3.500 rpm com gasolina e 86 cv a 5.750 rpm e 123 Nm a 3.500 rpm com etanol, mas não há nem sequer fotos dela no material promocional da Fiat. Só da versão ELX, que sai por R$ 52,54 mil e traz ar-condicionado e o sexto banco de série.

Acima dela, há a versão HLX, por R$ 54,67 mil, equipada com o velho motor 1,8-litro GM de 112 cv a 5.500 rpm e 175 Nm a 2.800 rpm com gasolina e 114 cv a 5.500 rpm e 181 Nm a 2.800 rpm com álcool. Por R$ 59,68 mil é oferecida a versão Adventure. As versões Cargo, respectivamente 1.4 e 1.8, saem por R$ 38,68 mil e R$ 43,32 mil.

Se o mercado brasileiro não terá a versão mais atualizada do carro, pelo menos não se pode dizer que a mudança foi para pior. O estilo do Novo velho Doblò deverá agradar aos consumidores. Pena é ele não ter chegado em 2006 ou 2007. O Doblò foi lançado no Brasil apenas um ano depois de sua apresentação na Europa, em 2000. Bom seria se ele tivesse se mantido em compasso com o que é oferecido aos consumidores europeus.






















Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

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Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior
Texto: Gustavo Henrique Ruffo


Fonte: www.webmotors.com.br/wmPublicador/Esportivos















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