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quinta-feira, 25 de março de 2010

Ford Ka ganha kit Trail

Ka trail ford

Não faz muito tempo, o Ford Ka ganhou o kit ST, que traz ítens estéticos para deixa-lo com aparência esportiva. Agora, o Ka ganha um kit para deixa-lo com aparência de off-road, o Trail.

Por R$ 1.200 o Ka ganha um par de racks, adesivos nas portas e um protetores de para-choque dianteiro e traseiro (bem que poderia ter faróis escurecidos…). O kit é oferecido somente nas concessionárias Ford.



Fonte | Quatro Rodas










Rua Dona Maria Rosa, 265, Loja 03, Andorinhas, (Posto Arara Azul) Vitória-ES - (27) 3324-4333
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior



Fotos: Divulgação




Apesar de mais moderno, modelo não esconde defasagem do mercado nacional em relação à Europa


Qual é a receita para criar um modelo longevo como a Volkswagen Kombi? Se sua resposta é falta de concorrência, acertou em cheio. Não se pode comparar o Fiat Doblò à veterana alemã em termos de atualidade e segurança, mas, se a Renault não se animar a trazer ao Brasil o novo Kangoo, por exemplo, o multivan da Fiat, que é líder absoluto vendas de seu segmento, é sério candidato ao mesmo nível de estagnação. Menos mal é que a marca italiana não aumentou os preços da nova versão do carro, que já existia na Europa desde 2006. E deve sair de linha em breve, por lá.

A Fiat revelou esta semana a segunda geração do Doblò na Europa. Ela se destaca por ser ainda mais espaçosa do que o modelo que é e será vendido no Brasil. O entre-eixos é de 2,76 m e o bagageiro comporta 790 l de carga, segundo o padrão de medição europeu. Questionada por que não vende por aqui o mesmo modelo, a empresa destacou que o perfil do carro, no Brasil, é muito diferente do que ele ocupa no Velho Continente.

Segundo Carlos Eugênio Dutra, diretor de produto da Fiat, na Europa o Doblò é mais voltado ao transporte de cargas, com 70% de seu mix de vendas ocupado pelas versões Cargo, enquanto no Brasil o carro-chefe é o modelo Adventure, com 55% das vendas totais do veículo. Como o desenvolvimento dessa versão toma bastante tempo, essa seria uma justificativa para não fabricar a nova geração do multivan por aqui. Mas não a única. O baixo nível de competitividade também ajuda a explicar, se é que não explica tudo e pronto.

Prova disso é que o Doblò até tem uma versão mais em conta, agora, a 1.4, que custa R$ 48,95 mil e é equipada com motor de 1,4-litro, 85 cv a 5.750 rpm e 122 Nm a 3.500 rpm com gasolina e 86 cv a 5.750 rpm e 123 Nm a 3.500 rpm com etanol, mas não há nem sequer fotos dela no material promocional da Fiat. Só da versão ELX, que sai por R$ 52,54 mil e traz ar-condicionado e o sexto banco de série.

Acima dela, há a versão HLX, por R$ 54,67 mil, equipada com o velho motor 1,8-litro GM de 112 cv a 5.500 rpm e 175 Nm a 2.800 rpm com gasolina e 114 cv a 5.500 rpm e 181 Nm a 2.800 rpm com álcool. Por R$ 59,68 mil é oferecida a versão Adventure. As versões Cargo, respectivamente 1.4 e 1.8, saem por R$ 38,68 mil e R$ 43,32 mil.

Se o mercado brasileiro não terá a versão mais atualizada do carro, pelo menos não se pode dizer que a mudança foi para pior. O estilo do Novo velho Doblò deverá agradar aos consumidores. Pena é ele não ter chegado em 2006 ou 2007. O Doblò foi lançado no Brasil apenas um ano depois de sua apresentação na Europa, em 2000. Bom seria se ele tivesse se mantido em compasso com o que é oferecido aos consumidores europeus.






















Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

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Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

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Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior

Fiat Doblò 2010 chega com mesmos preços do modelo anterior
Texto: Gustavo Henrique Ruffo


Fonte: www.webmotors.com.br/wmPublicador/Esportivos















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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Chery chega ao Brasil com lançamento do Tiggo

Com trinta concessionárias espalhadas pelo País, a fabricante chinesa de veículos Chery aporta no Brasil e coloca todas as apostas sobre o Tiggo, utilitário esportivo, já vendido em outros países. O automóvel conta com um motor Acteco 2.0l 16v, alcança potência de 135cv e torque de 18,2 kgfm a 4.500 rpm. Com preço sugerido de R$ 49.900, a empresa acredita que o veículo vai ganhar espaço entre concorrentes, como o Tucson, o Mitsubishi TR4 e o EcoSport.

O Tiggo traz uma inegável semelhança no design com a segunda geração do Toyota RAV4. Como a beleza é subjetiva, fato é que o Tiggo é proporcional nas formas, sem exageros ou excessos estilísticos. Em uma volta pela cidade de São Paulo, até mesmo a dona de um Ford EcoSport – o principal concorrente do modelo – contorceu o pescoço para identificar o modelo. Quem analisa o Tiggo meticulosamente começa a mudar sua opinião, principalmente se o seu parâmetro de carro chinês é o Effa M100. O estepe, também de liga leve, vai coberto por uma capa de fibra de vidro, o capô é suspenso por dois amortecedores e o tanque de combustível conta com abertura interna.

O esportivo é equipado com sistema de freios ABS e EBD (Distribuição Eletrônica de Frenagem), direção hidráulica, rodas de liga leve aro 16 e faróis de milha. Internamente, traz ar condicionado, air bag duplo, volante ajustável, rack, som com MP3 e aquecedor de bancos. Como item opcional, apresenta estofamento de couro.

Apesar do "encanto" inicial, as portas pedem certa força para fechar. Em contrapartida, a ergonomia da cabine é boa e os botões têm acionamento suave. A única ressalva vai para o plástico do console, que, apesar de não exibir rebarbas e estar bem encaixado, não transmite sensação de grande qualidade. O porta-malas pode abrigar 520 litros de bagagem ou, caso o motorista remova o banco traseiro, a capacidade sobe para 1 965 litros.

Dirigir o Tiggo também nos revela surpresas e alguns pontos que ele ainda precisa melhorar. O propulsor, por exemplo, é elástico e adequado para o uso urbano, apesar da faixa de potência e torque máximos surgirem em rotações altas. Já a transmissão peca no engate das marchas, principalmente na 1ª. De acordo com os testes, o Tiggo acelerou de 0 a 100 km/h em bons 11s4, enquanto as retomadas de 60 a 120 km/h e 80 a 120 km/h foram cumpridas, respectivamente, em 20s7 e 14s5. A velocidade máxima, de acordo com a Chery, é de 165 km/h.

Não foi possível avaliar o Tiggo em situação fora de estrada, mas a suspensão trabalha bem para vencer os buracos, lombadas e valetas da cidade. A direção, em trechos de paralelepípedo, emitia uma vibração nada agradável. Com freio a disco nas quatro rodas, o Tiggo precisou de 44,6 m para parar vindo a 100 km/h, marca que pode ser considerada boa tendo em vista que ele pesa 1 375 kg.

Entre os serviços de pós-venda, a Chery oferece garantia de três anos e disponibiliza um número de telefone com atendimento 24 horas, que presta socorro aos motoristas em situações de incidentes. Além disso, caso o veículo precise fazer manutenção por mais de dois dias, nas concessionárias da marca, a empresa libera um carro reserva para o consumidor.

Até o final do ano, a companhia pretende lançar mais três modelos, os compactos Chery QQ e Chery Face e um Sedã chamado de A3 na China, porém, ainda sem nome no Brasil.

Mais fotos click: http://www.autoshow.com.br/news/fotos-e-videos/fotos/cherry-tiggo