sábado, 24 de abril de 2010

Serra tira os sapatos para os EUA




O presidenciável demotucano José Serra vai aos poucos soltando suas asinhas. Quando sua pré-candidatura foi oficializada, no início de abril, ele se fingiu de bonzinho. Evitando se confrontar com a alta popularidade do presidente Lula, afirmou que manteria o que há de positivo no atual governo e lançou o bordão adocicado “O Brasil pode mais” – que logo foi encampado pela TV Globo numa desastrada propaganda subliminar. Mas o “Serrinha paz e amor” não se sustenta. É pura estratégia eleitoral, coisa de marqueteiro esperto para embalar um produto falsificado.

Na semana passada, num evento com empresários de Minas Gerais, José Serra começou a fazer a demarcação dos projetos em disputa da eleição de outubro. Ele criticou o Plano de Aceleração do Crescimento, o que reforça a confissão à revista Veja do presidente do PSDB, Sérgio Guerra, de que o PAC será extinto. Também afirmou que irá “rever o papel” do BNDES. O que chamou a atenção no seu discurso, porém, foi o ataque ao Mercosul. Para ele, o bloco regional “atrapalha as relações comerciais do Brasil”. O discurso deve ter agradado aos seus amos dos EUA.

“Alinhamento automático” com o império

De há muito que a política externa do presidente Lula, mais altiva e ativa na defesa da soberania nacional, é motivo de duras críticas da oposição neoliberal-conservadora. Os demotucanos nunca engoliram a prioridade dada ao Mercosul e à integração regional; tentaram sabotar o ingresso da Venezuela no bloco regional e são inimigos declarados dos governos progressistas da região; não se pronunciaram contra o golpe militar em Honduras, mas condenaram o governo por dar abrigo ao presidente deposto. Para eles, como revela José Serra, a integração latino-americana atrapalha.

Presença nauseante nos telejornais da Globo e nas páginas dos jornalões e revistonas direitistas, os embaixadores tucanos Celso Lafer, Rubens Barbosa e Luiz Felipe Lampreia sempre pregaram o retorno à política de FHC do “alinhamento automático” com os EUA. No episódio recente da ameaça do governo Lula de retaliar produtos ianques em oposição ao seu protecionismo, alguns deles saíram em defesa dos EUA. Eles temem qualquer postura mais soberana diante do império. São contra a política de diversificação comercial do Brasil, contra a ênfase nas relações Sul-Sul.

Complexo de vira-lata dos demotucanos

Este é o time do candidato José Serra. Essa é a sua orientação para a política externa. Na prática, a oposição neoliberal-conservadora sonha com o retorno ao “alinhamento automático”. Mercosul e outras iniciativas visando quebrar o unilateralismo imperial seriam enterradas com a eleição do demotucano. O Brasil regrediria para o triste período de FHC, de total subserviência às potências capitalistas – do complexo de “vira-lata”. Serra tenta se afastar da imagem desgastada de FHC, mas sua política externa seria idêntica – não como farsa, mas como tragédia no mundo atual.

Para entender o que representaria este retrocesso vale a pena ler o livro “As relações perigosas: Brasil-Estados Unidos (de Collor a Lula, 1990-2004)”, do renomado historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira. Ele comprova, como farta documentação, como a política externa regrediu nos oito anos de reinado de FHC. Neste período nefasto, o país só não aderiu ao tratado neocolonial dos EUA, a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), devido à reação da sociedade. Esta resistência também evitou que Alcântara, no Maranhão, virasse uma base militar ianque.

Tratamento humilhante para o Brasil

Entre outros casos vexatórios da política de FHC, Moniz Bandeira relata a sumária exoneração do embaixador Samuel Pinheiro Guimarães do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) do Itamaraty, por este ter alertado o governo para os graves riscos da Alca. Cita a atitude acovardada do ex-ministro Celso Lafer diante das pressões dos EUA para afastar o embaixador brasileiro José Maurício Bustani da direção da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), ligada à ONU, por este ter tentado evitar a guerra genocida no Iraque. Lembra ainda os discursos do ex-ministro de FHC propondo a participação do Brasil no genocídio no Iraque com base no draconiano Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR).

O ápice dessa postura subserviente se deu quando o diplomata aceitou tirar seus sapatinhos nos aeroportos dos EUA. “Em 31 de janeiro de 2002, Celso Lafer, ministro das Relações Exteriores do Brasil, sujeitou-se a tirar os sapatos e ficar descalço, a fim de ser revistado por seguranças do aeroporto, ao desembarcar em Miami. Esse desaire, ele novamente aceitou antes de tomar o avião para Washington, e mais uma vez desrespeitou a si próprio e desonrou não apenas o cargo de ministro, como também o governo ao qual servia. E, ao desembarcar em Nova York, voltou a tirar os sapatos, submetendo-se, pela terceira vez, ao mesmo tratamento humilhante”.

Subserviência ou soberania nacional?

Com base nas suas pesquisas, Moniz Bandeira garante que a eleição de Lula deu início a uma guinada na política externa, retomando a trajetória seguida por Vargas e outros nacionalistas. Ele lembra os discursos do então candidato contra a Alca, a indicação de Celso Amorim e de Samuel Pinheiro para o seu Ministério de Relações Exteriores, a prioridade às negociações do Mercosul, os esforços para a construção de um bloco regional sul-americano e a frenética investida na diversificação das relações com outros países em desenvolvimento – como China, Índia e Rússia. Cita ainda os duros discursos contra a ocupação do Iraque e o veto à base ianque em Alcântara.

Para o autor, após a longa fase de subserviência ao império, as relações do Brasil com os EUA voltaram a ficar tensas. Ele registra os vários discursos hidrófobos da direita estadunidense e não descarta manobras ardilosas e violentas para sabotar o atual projeto de autonomia nacional. Mas se mostra confiante na habilidade e ousadia da atual equipe do Itamaraty. Reproduzindo artigo do jornal O Globo, ele afirma que “há tempos (Celso Amorim) avisou a embaixadora dos EUA que não há força no mundo capaz de fazê-lo tirar os sapatos durante a revista de segurança dos aeroportos americanos. ‘Vou preso, mas não tiro o sapato’”. Conforme indica Moniz Bandeira, este é o dilema do Brasil na atualidade: subserviência ou soberania nacional?




Fonte: NovaE

Vá às compras!

Tratando-se de consumismo enlouquecido, estamos aqui para compartilhar com vocês uma pequena lista de compras que faremos no país vizinho (PARA o que? Paraguay!). Confere:

Eletrônicos e informática:

Memória Laptop
Cartão memória celular
Celular Sony Ericsson W380i. Me digam se o design desse aparelho não é maravilhoso? Diferente essa linha diagonal que ele tem na abertura e os ícones do visor monocromático na frente:

Guitarra Guitar hero (ou guitar zero, meu caso). Jogo há eras e ainda não tinha adquirido essa belezinha ainda, mas agora será muito mais divertido reviver os clássicos como um verdadeiro rockstar! huhuhu:

Ainda na linha de acessórios para o playstation, um tapete de dança pra perder uns quilos, além de ser super divertido:

Não esquencendo das mulheres, incluímos uma quantidade considerável de cosméticos.
Para os cabelos:

Shampoo Kérastase Bain de Force, só para cabelos extremamente detonados, heh:

Pra reforçar, máscara Age Recharge. São essas belezinhas que salvarão seu cabelo.

Finalizadores Osis Flatliner Iron Serum Spray e Thrill Fibre Gum. Esses tem embalagens lindas de se ver e confessamos que é o que mais nos atrai nessa marca:

Além, é claro dos 34 mil perfumes citados neste post , teremos que experimentar e maquiagens… que citarei em outro post, porque tem muita coisa linda por aí. Na lista ainda incluí um Satinelle (estamos em dúvida qual) e um adaptador Bluetooth USB (prático não?) e um Fone Bluetooth (sim, bluetooth é altas coisas).

Alguém sugere mais alguma coisa interessante de se adquirir?
O que vocês comprariam?

Deixem sua opnião;






Por Naiara

Brasil pedirá quebra de sigilos do caso Alstom no exterior





Colaboração para a Folha O Ministério da Justiça vai encaminhar nos próximos dias à Suíça e à França pedidos de quebra do sigilo bancário de pessoas e empresas suspeitas de ter recebido propina da Alstom, informa reportagem de Mario Cesar Carvalho na edição desta quinta-feira da Folha (íntegra somente para assinantes do jornal e do UOL).
A multinacional francesa produz trens do metrô de São Paulo e é líder em fabricação de equipamentos para usinas elétricas. A empresa está envolvida em escândalo de favorecimento para vencer concorrências do governo do Estado durante as gestões de Geraldo Alckmin e Mário Covas, ambos do PSDB. Com o pedido de novos documentos suíços, os investigadores brasileiros decidiram estender o período até o ano passado, já na gestão do ex-governador e agora candidato à Presidência José Serra.
Conforme a Folha revelou em junho e agosto passados, a Suíça bloqueou contas atribuídas a Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Jorge Fagali Neto, irmão do presidente do Metrô. Ambos negam ter contas bancárias fora do país. Também está na lista o executivo francês Jean-Pierre Courtadon, que ajudou a Alstom a ativar um contrato de R$ 98 milhões com a Eletropaulo em 1998.

Em tempo: MP pede quebra do sigilo bancário de suspeitos de receber propina para multinacional vencer contratos em SP.



Áudio da entrevista à CBN do Promotor Silvio Marques:



Fonte: Folha

Ciro aposta em Serra e diz que tucano "é mais preparado"






Após ter a sua candidatura à Presidência da República negada pelo próprio partido, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) disparou hoje contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, e o PMDB, principal partido aliado do governo. O deputado disse que Lula "está navegando na maionese" e ainda previu uma vitória do pré-candidato do PSDB, José Serra, nas eleições. Para Ciro, o tucano "é mais preparado, mais legítimo, mais capaz" do que a pré-candidata petista.

O deputado previu uma vitória do ex-governador de São Paulo José Serra, seu desafeto histórico, nas eleições deste ano. "Minha sensação agora é que o Serra vai ganhar esta eleição. Dilma é melhor do que o Serra como pessoa. Mas o Serra é mais preparado, mais legítimo, mais capaz. Mais capaz inclusive de trair o conservadorismo e enfrentar a crise que conheceremos em um ou dois anos", afirmou.

"Em 2011 ou 2012, o Brasil vai enfrentar uma crise fiscal, uma crise cambial. Como estamos numa fase econômica e aparentemente boa, a discussão fica escondida. Mas precisa ser feita." Segundo o deputado, Dilma tem menos chance de enfrentar o problema do jeito que ele precisa ser enfrentado. "Como o PT, apoiado pelo PMDB, vai conseguir enfrentar esta crise? Dilma não aguenta. Serra tem mais chances de conseguir", observou.

"Lula está navegando na maionese. Ele está se sentindo o Todo-Poderoso e acha que vai batizar Dilma presidente da República. Pior, ninguém chega para ele e diz: 'Presidente, tenha calma'. No primeiro mandato eu cumpria esse papel de conselheiro, a Dilma, que é uma pessoa valorosa, fazia isso, o Márcio Thomaz Bastos fazia isso. Agora ninguém faz", disse Ciro, em entrevista concedida ao site IG.

O deputado assumiu pela primeira vez que não deve ser candidato à Presidência e, oficialmente, aguardará a decisão da Executiva do partido, marcada para terça-feira da semana que vem.

Ciro afirmou que Lula merece a popularidade porque seu governo tem realizações, "mas ele não é Deus". O deputado criticou a postura do Planalto, que lhe tirou "o direito de ser candidato". "Mas quer saber? Relaxei. Eles não querem que eu seja candidato? Querem apoiar a Dilma? Que apoiem a Dilma. Estou como a Tereza Batista cansada de guerra. Acompanho o partido. Não vou confrontar o Lula. Não vou confrontar a Dilma."

'Missão estratégica'

O deputado se comprometeu em acatar a decisão do PSB de apoiar a candidata petista, mas avisou que não vai se envolver na campanha. "Não me peçam para ir à televisão declarar o meu voto, que eu não vou. Sei lá. Vai ver viajo, vou virar intelectual. Vou fazer outra coisa." Para Ciro, sua participação no pleito era "uma missão estratégica, que não será desempenhada por mais ninguém".

Ciro acredita que a eleição deste ano será marcada por baixarias, entre as quais inclui uma ação de grupos radicais abrigados no PT. "Sabe os aloprados do PT que tentaram comprar um dossiê contra os tucanos em 2006? Veremos algo assim de novo. Vai ser uma m…", disse.
Fonte: Agência Estado

terça-feira, 20 de abril de 2010

Pendrives incríveis





Divertidos e engraçados, esses pendrives definitivamente levam o armazenamento de dados a outro nível:

Pendrive de sushi! (deu fome só de olhar…)

Toquinhos de madeira, para os eco-lovers

Dominó!

hahahah adorei esse!

um dos meus preferidos! muito fofo né?

nham!

engraçado, porém meio nojento né não?

Esse aqui infla quando o pendrive tá cheio e quando tá vazio fica murcho. muito bom!

De lego

Um dos meus preferidos! da Fred&Friends. Clique para ampliar.

Esses gadgets realmente trazem á tona o lado geek que existe em mim ahahuea.









Por Naiara

Perfumes lindos – parte 1

Perfumes lindos – parte 1



Um perfume com um frasco bonito e diferente sempre chama minha atenção. São esses os que mais me dão vontade de sentir o cheiro… têm vários perfumes por aí com embalagens maravilhosas, por isso, esse post é apenas a primeira parte de sabe-se lá quantas, afinal, eu sou doida por perfume.

Confere comigo e me diga se não dá vontade de ter todos:

Kenzo Amour. Lindo, Minimalista, orgânico. Projetado pelo designer Karim Rashid.

Adoro esse frasco Olívia Palito da Moschino!

Eu sou apaixonada por esse frasco, achei genial a idéia da bisnaga de tinta a óleo esmagada… em vidro!

Fofo né? Já tive esse perfume. Uma bolinha de cristal

Adoro linhas simples e retas. Esse perfume da Stella McCartney atiçou meu espirito consumista loucamente!

Frasco maravilhoso do perfume Kenzo Air. Transmite o conceito do perfume perfeitamente.

Elegante é a palavra que escolho pra esse frasco. Achei bem Bauhaus!

A questão é que eu enlouqueço com esses perfumes lindíssimos e mesmo sem sentir a fragrância, quero comprar todos! Ah se dinheiro tivesse…


Por Naiara







I Love Love - Eau de Toilette

É uma mistura exuberante de notas cítricas frescas, flores femininas e folhas de canela, almíscar e madeiras nobres.

*Compre um MOSCHINO I LOVE LOVE - EDT 100ml e ganhe um Gel para as mãos Victoria's Secret.

*Imagem ilustrativa.

http://perfumariacuritiba.com.br/produto.php?codigo=1101&lp=0

sábado, 17 de abril de 2010

IBOVESPA - O índice encerrou o ultimo pregão da semana em queda



Abaixo segue a nossa opinião elaborada no dia 16/04/2010 para utilização no próximo pregão:

IBOVESPA - O índice encerrou o ultimo pregão da semana em queda

Após romper a linha -U-, as cotações fecharam com forte queda de 1,56% aos 69.421 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 7,6 Bi. O rompimento da linha -U- indicadora de sua tendência altista de médio prazo, assinalada no gráfico de barras diário, é negativo para os preços e aponta um rápido teste na linha -N-, onde será sugerida a formação de posições (ou INCREMENTO) em ações, visto que o mercado segue em uma tendência de alta de longo prazo. O "STOP LOSS" para as posições deve ser curto.

JUROS - O BACEN está inovando para tirar a liquidez do mercado sem ter de adotar as tradicionais políticas monetárias. Uma nova regra do BACEN acabando com a possibilidade de bancos usarem suas provisões em excesso como reforço de capital, que valerá a partir deste mês, diminuindo ainda mais a quantidade disponível dos bancos para empréstimos e conseqüentemente, investimentos das empresas e consumo das pessoas.

Inflação diminuindo e vai continuar assim... "O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) saiu de um acréscimo de 1,10% em março para um avanço de 0,63% um mês depois. A suavização na trajetória se deve a um moderação no ritmo de alta dos preços no atacado."

Para controlar a inflação e possíveis bolhas, existem muitas alternativas que podem ser utilizadas como, o aumento do compulsório, da taxa de redesconto, fim das isenções de impostos (IPI), incentivar a importação ("O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (9) que o governo federal considera a possibilidade de redução de imposto sobre importação para controle de preços no Brasil. Com menos impostos, os produtos importados chegam ao Brasil mais baratos e, assim, provocam uma maior competitividade com os nacionais. Como consequência, há maior controle da inflação."). Os piores porque geram custos enormes ao governo, portanto ao contribuinte e ao país, são o aumento d os juros e a VENDA de títulos, sendo que os dois atra! em dólar es para o país valorizando ainda mais o real. Aumentar os juros é a pior forma porque, inclusive, pode acarretar uma entrada massiva de capital e provocar inflação, se o governo COMPRADO os dólares que entrarem com dinheiro aumentando a base monetária. (cambio fixo).

linha -N-: 68134 (quebra: 65203)
linha -U-: 71298 (quebra: 75016)







DJIA - As cotações fecharam com forte desvalorização

Os preços fecharam em queda de 1,13% junto da linha -K-. A quebra do nível 10.730 continua sendo positiva para o mercado, indica a continuação de sua tendência altista de apontada pela linha -K-, assinalada no gráfico de barras diário tendo o nível 11.870 como objetivo técnico.

As cotações possuem forte suporte na citada linha e no nível 10.850, cuja quebra dos dois seria negativo para o índice e apontaria um teste inicial a 10.500.

O Housing Starts, indicador que mede o número de casas em início de construção nos EUA, foi superior ao esperado no resultado anualizado de março, ao registrar 626 mil casas.

Em fevereiro, o indicador anualizado foi revisado de 575 mil para 616 mil casas.

linha -K-: 11026 (quebra: 10672)






Atenciosamente,

Equipe ricardoborges.com





Sapatos que lembram maquiagens…

Acho super divertido quando vejo alguém bonito que me remete a alguma outra coisa já vista antes...
Hoje quando estava vendo umas fotos do site da nymag, pulou um popup anuciando uma liquidação Neiman Marcus, descontos de 40% e blablabla... Claro que mesmo com o desconto de 40% os sapatos são caros demais por meu bolso, mas esse peep-toe Fendi me chamou a atenção na hora...



....por que me lembrou este estojo Dior, super lindinhos vistos há um tempo no Sephora.

















Alguém me dá o e sapato e o estojinho de blush?








Aneloisa






sexta-feira, 16 de abril de 2010

Brasil pode se tornar 4º maior mercado automotivo em 2010

O Brasil pode ultrapassar a Alemanha e se tornar o quarto maior mercado automotivo do mundo depois que os bancos cortaram as taxas de juros e flexibilizaram os termos dos empréstimos, colocando os bens ao alcance de mais consumidores.


De acordo com reportagem da agência de notícias Bloomberg, o maior acesso ao crédito no país aumentou os compradores potenciais em mais de 50%, afirmou Guido Vildozo, analista da IHS Global Insight. A IHS e a J.D. Power & Associates preveem que o Brasil ultrapasse a Alemanha em 2010.

"O Brasil é um mercado emergente, jovem, e a Alemanha é um mercado mais maduro", afirmou Jeff Schuster, diretor-executivo de previsões da J.D. Power.


As vendas de veículos no Brasil somaram 3,1 milhões em 2009, em comparação com 4 milhões na Alemanha, de acordo com a J.D. Power. Neste ano, os números no país devem subir para 3,4 milhões, enquanto na nação europeia devem cair para 3 milhões. A população do Brasil é de cerca de 206 milhões, contra 82 milhões da Alemanha.

A queda nas projeções de vendas na Alemanha segue o fim de um incentivo de US$ 3.398 para compradores de carros novos, na troca de modelos antigos. O governo aprovou os pagamentos em janeiro de 2009 para ajudar o setor a se recuperar da forte queda iniciada em agosto de 2008.







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segunda-feira, 12 de abril de 2010

A escolha de um bom marido!




Acho que o meu questionamento é diferente dos que você costuma responder. Eu tenho apenas 22 anos de idade, moro sozinha e estou me encaminhando para construir uma família, o que requer mais cautela para que eu tenha uma família saudável.

Durante muitos anos fui filha única, mas, hoje tenho uma irmã de 7 anos, e perdi o meu pai aos 11 meses de idade, tive uma infância muito sofrida pela falta do meu pai e o meu sonho sempre foi ter uma família normal. Sou muito carente em um relacionamento, mas também sou muito amável e carinhosa.

Minha mãe sempre foi empregada doméstica, e me criou com muito esforço, mas no fim eu dei certo. Sou Assistente social recém-formada e tenho o meu primeiro emprego exercendo a profissão. Namoro com um rapaz há 3 anos, e eu sempre me imaginei em um futuro com ele. Ele é muito calmo, muito carinhoso, me respeita, tem 23 anos e também está começando a vida, como eu.

Porém ele também é filho único, de mãe solteira e o único contato que teve com o pai foi um dia aos 12 anos quando seu pai foi judicialmente obrigado a registrá-lo. Ele disse que não quer ter contato algum com o pai e que para ele, ele não tem pai. Mas como ele sempre morou com a mãe, acabou criando uma relação que eu não acho saudável.

Aos 22 anos sua mãe não o autoriza a dormir na minha casa. Ele fura compromissos comigo porque de última hora sua mãe quer que ele o leve à casa de alguém. Ele não consegue decidir nada sem a ajuda minha ou da mãe dele e finalmente ele não tem planos de viver longe da sua mãe. Sua mãe tem 65 anos, é aposentada, e eu a acho muito sozinha, não faz muitas atividades e quando ele fica um pouco mais ausente de casa ela o desaprova. E ele faz de tudo para que ela não fique chateada com ele.

Existe uma possibilidade de eu conseguir a família saudável que pretendo construir com um rapaz tão ligado à mãe, a ponto de me deixar sempre em segundo plano? Estou exigindo muito querendo que ele tenha uma vida mais independente da sua mãe já que ele pretende um compromisso comigo? Essa simbiose dele com sua mãe é saudável? Será que pelo fato de ser muito carente estou exigindo muito dele?

A escolha de um bom marido!


Qual a garantia que se tem na escolha de alguém para um compromisso mais duradouro, no sentido de constituir uma família? Quando é que se pode afirmar tratar-se de uma boa escolha, uma escolha verdadeira? Por que razão isso que julgamos bom pode estar referido a uma distorção psíquica, paradoxal, a uma necessidade inconsciente de gozar no sofrimento, na ruptura, na dor. Pode-se escolher alguém justamente para não dar certo?

O problema apresentado por você é complexo e requer cuidados, pois diz respeito ao seu futuro. O que fazer? Isso deve partir de você. O problema de seu namorado é a dependência da mãe que ele carrega. Isto é problema dele! Será que ele sofre com isso?

Seu dilema em relação à aposta no seu relacionamento amoroso não é algo fácil de suportar, pois não se trata de simples escolha do homem de sua vida, mas, de como você realizará esta escolha. Quer dizer, de que lugar você se interrogará se esse é o parceiro que responde ao seu desejo de construir uma família.

O maior problema não é a escolha de um bom futuro marido, mas remonta a algo anterior, referido à origem de seu desejo. Somente a partir daí você vai poder construir uma escolha amorosa. Eu diria que você está numa encruzilhada, onde é preciso se questionar sobre o seu desejo. Nesse sentido, melhor seria você procurar um psicanalista e depois, sim, preocupar-se com namorado. Vá se perguntar o que teria sido um pai em sua vida. Qual lugar que você supõe ter ocupado no desejo dele.
Isto porque a sua escolha amorosa está contaminada. Você está buscando um homem para sua vida a partir de uma falta de pai. Um pai que se foi muito cedo, levando a um profundo trauma, que não é sem consequências. Que tristeza! Não queira, através de um marido, salvar seu pai. Procure se questionar pouco mais sobre este ponto, para fazer uma escolha limpa de perdas não elaboradas.

Você é uma garota de valor. Uma guerreira, que luta e que conseguiu sobreviver a perdas terríveis, irreparáveis, em sua história de vida. Sair de onde você saiu e caminhar tão bem como está caminhando, só Deus sabe, o investimento que tem feito para estar indo tão bem. Repare na sua escrita, ela é testemunha de alguém que tem muito para dar a si mesma. Você não vestiu o manto da vítima, foi à luta e tem muito mais pela frente. Se não se paralisar nesta história com esse rapaz, você poderá muito mais.

De onde parte a escolha de um homem ou de uma mulher para que se realize um casamento? Ela teria a ver com a história de cada um, tal como se deram as escolhas que pais e avós realizaram? Sim, é verdade que as escolhas que se realizam dependem dos modelos que se carrega na bagagem familiar: o desejo dos ancestrais, consciente ou não. Na maioria das vezes, a escolha se processa a partir daquilo que não se sabe e que se realiza sem saber muito bem o porquê. Somente se dá conta depois – veja, isso é inconsciente. “Puxa vida, dei voltas e voltas para fugir do modelo dos meus pais, e fui escolher a dedo, justamente alguém igualzinho ao papai ou, à mamãe”! Ou seja, as escolhas de um parceiro ou de uma parceira se estabelecem a partir de elementos que constituem a historicidade particular de cada sujeito, a despeito de se saber ou não. Escolhe-se, sim, a partir dos pais, ou melhor, a partir de uma referência que habita o psiquismo humano que se chama pai. “Mas, então, são meus pais que escolhem em mim?”. Sim! A vida inconsciente governa a vida de cada um: “faço um esforço enorme para não repetir a história de meus pais e, quando vejo, lá estou eu fazendo o mesmo ou pior”. É sempre assim, a não ser que você realize uma leitura clara do texto que rege sua vida.

Você diz que quer constituir uma boa família e que, portanto, está preocupada com seu namorado que é um bom garoto, mas que ainda se encontra ligado demais à mãe, monitorado por ela, prisioneiro de seus caprichos. Ele vive uma total divisão, pois tem uma namorada, mas parece estar casado com a mãe. Não se trata de algo simples, alcançável conscientemente. Não, a coisa é mais forte, como se diz, está na carne! Será que dá para você competir com ela? Digo mais, trata-se de uma batalha, de antemão já pelo outro lado. Uma mulher que queira se casar com um homem tem de encontrar na sua futura sogra uma boa cúmplice, não uma rival. Saia desta e introduza na relação com ele uma falta, pois será bom para os dois.

Lembre-se, minha cara, que não se trata de uma relação qualquer de um filho com uma mãe. Trata-se de uma estrutura doentia, pois ele ficou no lugar do homem desta mãe, ele teve um pai que ele próprio não reconheceu e isto é muito grave. A mãe deste rapaz tomou este filho como objeto de um gozo perverso.

Você acha que ele vai abandonar o confortável lugar de filho e marido da mãe, em troca de quê? Você mesma, em sã consciência, acredita que ele será capaz de pagar este preço? Como, de quê maneira, ele poderá acreditar que a mãe poderá sobreviver sem sua presença? Ele terá que elaborar muitas coisas, fazer o luto deste lugar que ele foi colocado - e que, portanto, se acomodou – de objeto de gozo desta mãe.

Ninguém escapa das identificações que se estabeleceram desde nossa primeira infância. Todo sujeito humano é escravo, é dependente do que recebeu de palavras, de traços, de escolhas, de modos, de condutas e, fundamentalmente, do que não é dito no ambiente em que se constituiu. E é aí que mora o perigo: daquilo que, por alguma razão, não é falado e que fica por se dizer habitando nas entrelinhas do discurso do casal. Por isso mesmo, para além do que é falado ou não para uma criança, há o tom, a modulação da voz, há o desvio do olhar, tudo aquilo que não é explícito quando os pais se dirigem aos filhos. O bebê, a criança, o jovem, capta tudo o que habita as entrelinhas da fala de seus pais: “Minha mãe está me dizendo isto, mas, para além do que ela me diz o que realmente ela quer me dizer?”. Está colocada a questão. O que este jovem captou desta mãe? E você, que perdeu seu pai com onze meses de nascida? Pergunte-se: porque justo este rapaz?

Você quer construir uma família saudável. Sua preocupação é justa, é legítima. Basta olhar para o seu histórico para observarmos quão dura foi a sua vida, o seu passado de desencontros, as suas faltas. Os escombros, as dúvidas, as descrenças, as incertezas, as inseguranças financeiras e emocionais, a falta de um pai. O lúgubre clima de um abandono! Não queira preencher esta falta com um “bom” marido. Arrume um homem que possa desejá-la como uma mulher.

Mas, você, minha cara já deu a volta por cima, é uma vencedora. Algo de muito bom a senhora sua mãe passou que permitiu a você trilhar o caminho da lei e das conquistas. Ao mesmo tempo, é aí que você deve estar atenta, pois ao querer fazer o contrário daquilo que se passou com a sua história familiar – você perde o pai muito cedo, filha de uma empregada doméstica. Você pode estar buscando o mesmo caminho.

De certa maneira, todos têm preocupações sobre o futuro de um investimento, tanto no plano afetivo quanto no âmbito profissional. Se o que se pretende fazer corresponderá ou não às expectativas, é assim que se vive frente aos projetos futuros. Faz-se o que se pode para que os resultados se aproximem do esperado. Procura-se, ao máximo, minimizar margens de erros. Há que se levar em conta algumas dificuldades. Aprende-se que a vida não é linear, tão pouco é domável assim, a partir de um simples querer consciente: “quero que dê certo, vou me esforçar para que seja como planejo. Quando me dou contas, já estou seguindo outro caminho, distante daquele que almejei”. Algo dentro da vida psíquica que leva cada um a percorrer caminhos diversos daqueles traçados antecipadamente, o sujeito humano é levado a fazer coisas contra seus próprios projetos, mesmo que se julgue não ser nada daquilo que se deseje para o futuro. A vida não é tão simples, ela requer um pensar maior, com questionamentos verdadeiros, elaborações e retificações das direções a serem seguidas. Ela determinada pelas vidas daqueles que carregamos como nossa história, nossas origens, nossos pais, nossos antepassados. Como pagar o preço para não repetir suas faltas, seus erros?


José Nazar


José Nazar é Médico Psiquiatra e Psicanalista. Especialização e Mestrado (Universidade do Brasil – UFRJ). Psicanalista Membro da Escola Lacaniana de Psicanálise Brasília, Rio de Janeiro e Vitória. Membro da Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Psiquiátrica do Espírito Santo. Membro da Associação Médica do Espírito Santo (AMES). Editor Chefe da Companhia de Freud Editora. Autor do livro: Amor de Mãe. ?


Fonte: www.seculodiario.com.br